Doze disjuntivas para construir uma nova gramática das políticas públicas no século XXI
Há quase 40 anos ouço e leio, nas mídias tradicionais, em círculos de gestão pública e nos circuitos acadêmicos,
A Odisseia (de Christopher Nolan) e as mortes ordinárias
Como sabemos, a I Grande Guerra teve como estopim o assassinato de um membro da aristocracia austro-húngara e sua
Centrão
A virtude está no caminho do meio. Na repetição ordinária da sabedoria budista, o caminho é esquecido e fica-se
Alerta Estratégico: o peso financeiro da dívida nas contas da União
O verdadeiro debate fiscal que as análises convencionais não fazem Uma leitura estratégica do Balanço Geral da União, publicado
A obsessão norte-americana com a hegemonia mundial
No "Grande Tabuleiro de Xadrez" de Brzezinski, os Estados Unidos ainda estão vencendo a disputa pela hegemonia mundial? Nos
SHEconomy e a emancipação das mulheres
O relatório do gigante banco de investimentos Morgan Stanley sinaliza uma mudança de época: não apenas constata que as
Defesa nacional – um imperativo existencial
Começo com uma citação. Nietzsche disse: A natureza não pune os maus, ela pune os fracos. E podemos acrescentar:
Pesquisas eleitorais, a que servem?
No Estado Democrático de Direito, que vige em muitos países, inclusive no Brasil, com peculiaridades caso a caso, as
Em briga de parentes, Cowboy chuta a bunda do Pateta
“Suas endêmicas ridiculezas e sua corrupção cotidiana constituíam a própria fonte da sua autoridade e
Continuação: Doze disjuntivas para ….
A primeira disjuntiva é emblemática nesse sentido: a política pública deve ser entendida como um mal necessário ou como
Paçoca
O osso de borracha, roído na ponta até revelar a espuma sintética, dormitava esquecido entre os pés do sofá.
A volta do “tarifaço”
O novo endurecimento da política comercial dos Estados Unidos contra o Brasil representa mais do que um episódio isolado






















